sábado, 26 de novembro de 2011
domingo, 20 de novembro de 2011
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Programa Banco do Nordeste de Cultura
Edição Cultural BNB 2012 parceria BNDES
O Programa Banco do Nordeste de Cultura foi criado pelo Banco do Nordeste em 2005, com o objetivo de democratizar o acesso aos recursos destinados ao patrocínio de ações culturais, desenvolvidas em benefício da Região Nordeste, norte de Minas Gerais e norte do Espírito Santo. Durante suas sete edições foram patrocinados 1.371 projetos, beneficiando diretamente 350 municípios.
O Programa Banco do Nordeste de Cultura vem priorizando a cultura do Nordeste e a do norte dos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo, considerando que estão inseridas na cultura brasileira e universal. De acordo com as prioridades políticas apontadas pela Conferência Nacional de Cultura e pelo Governo Federal para a Cultura, o Programa está focado na facilitação do acesso da comunidade aos instrumentos, equipamentos e meios de produção de bens culturais. Também contribui no intercâmbio com outras culturas, na formação de novas platéias e de cidadãos críticos e conscientes, na ampliação e na democratização das oportunidades de criação, circulação e fruição dos bens culturais, bem como na promoção, proteção e transmissão da diversidade cultural.
O Programa foi estruturado tendo como base quatro princípios básicos: o interesse da região; acesso democrático a todos que fazem parte da cadeia produtiva da cultura, com igualdade de possibilidades; transparência do processo de seleção, oferecendo a todos as informações sobre os critérios de seleção e da metodologia de análise; e finalmente, acompanhamento que permita o cumprimento dos objetivos de cada ação e do programa como um todo. Foram essas características, bem como os resultados obtidos, que promoveram a aproximação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), hoje copatrocinador do Programa.
Desde 1995, o BNDES utiliza recursos não-reembolsáveis para apoiar projetos culturais, prioritariamente em investimentos na preservação do patrimônio histórico nacional e na produção audiovisual. Hoje, pela regularidade e pelo montante de recursos já investido, o BNDES é o maior investidor do País no segmento de Patrimônio Histórico e o segundo maior no de Audiovisual.
A participação do BNDES no Programa Banco do Nordeste de Cultura, iniciada no ano de 2009, atende à diretriz de promover a descentralização territorial da oferta de bens culturais, aproveitando a maior capilaridade do Programa no apoio a projetos culturais no Nordeste e demais áreas de atuação do Banco do Nordeste. Essa parceria contribuiu, sobremaneira, para a ampliação dessa possibilidade de concretização de ações pensadas pelos protagonistas da cultura, situados nos mais diversos municípios da área de atuação do Banco do Nordeste, principalmente naqueles menos providos de atividades culturais.
Consolidando essa parceria, o BANCO DO NORDESTE e o BNDES lançam o Edital do PROGRAMA BANCO DO NORDESTE DE CULTURA/ PARCERIA BNDES – Edição 2012, patrocinando conjuntamente e com recursos próprios, projetos nas áreas de música, literatura, artes cênicas, dança, artes visuais, audiovisual, patrimônio e artes integradas, alocando o valor de R$ 8.000.000,00 (oito milhões de reais).
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Exposição de Fósseis no Museu do Homem do Curimataú
Começa nesta segunda feira, dia 24/10, a exposição de fósseis do projeto: Estímulo à Educação Paleoambiental por Meio das Exposição de Fósseis, coordenado pelo Professor Marcus Lopes da UFCG Campus Cuité. Nesse primeiro momento, o projeto vinculou como público alvo os estudantes do Colégio Orlando Venâncio da cidade de Cuité, agendados de 24 a 28 de outubro. Eles terão oportunidade de aprender um pouco mais sobre fossifilização, períodos, lugares e cuidados pela preservação dos sítios históricos.
A exposição estará parcialmente aberta ao público diverso, porém escolas deverão fazer agendamento prévio, para evitar choques de turmas. O professor informou que é apenas a primeira etapa do projeto e que outras escolas serão contempladas. Proporcionar a cidade de Cuité e região a possibilidade de visitar exposições como essas desperta o interesse de se valorizar o lugar onde se vive e ao mesmo tempo diminuir e se educar contra a ilegalidade da venda de fósseis e destruição dos sítios históricos, é o propósito do projeto.
Dentro da exposição, além das peças da Bacia do Araripe no Ceará, terá a amostra da preguiça gigante (provável espécie: Megatherium Americanum) encontrada na cidade Baraúna-PB, em 2005, na Lagoa Caraibeira, pela equipe do Sr. Raminho, filho de Severino Passos, quando da limpeza desse ponto de abastecimento de água da comunidade. Os fósseis foram doados por aquele município ao Museu do Homem do Curimataú, que já está providenciando projeto para datação e catalogação da espécie. ”É bom lembrar que foram as atitudes do professor José das Vitórias e de seus colegas da Prefeitura de Baraúnas (a guarda do material desde 2005), bem como do Sr. Jéfferson Souto, do Bolsa família Cuité, que contatou o Museu para a coleta deste material, que possibilitaram essa exposição, é esse compromisso com a ciência e a história que queremos multiplicar”. Disse Israel Araújo, Diretor do Museu.
Equipe MHC
Equipe MHC
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Lembrança de criança!
Lembro das vezes que fazia carrinho de puxar com vasilhames de água sanitária
Dos açudes de mentirinha que construía nos tempo de chuva
Do forno de padaria que inventava,
Da roda gigante que criava,
Do peão que rodava na mão,
Nas quedas que levei no pé de jaca do foro,
Dos mirins que jogava na rua da minha vó,
Mas tinha uma bicicleta Monareta.
Nunca possui um vídeo-game
Mas, possui várias bolas dente de leite.
Dos açudes de mentirinha que construía nos tempo de chuva
Do forno de padaria que inventava,
Da roda gigante que criava,
Do peão que rodava na mão,
Nas quedas que levei no pé de jaca do foro,
Dos mirins que jogava na rua da minha vó,
Das idas para o marimbondo levando o gado de meu avô, só para derrubar Marimbondo nos lajedos e pés de umbu.
Das “bolim-boca” que brincava nos canteiros 25,Das carreiras de lado a lado do parque de vaquejada do Tambô, em cima da linha de cal, mesmo na hora que os vaqueiros estavam no pé e noutro para correr...
Dos esconde-esconde que brincávamos na casa de farinha de Feliciano
Dos patachos que jogava nas academias improvisadas na caçada lá de casa.
Dos garrafões que brincava no Vidal, nas rasteirinhas e baleadas que ali aprendi.
Da minha velha "balinheira",
Do meu companheiro: carrinho de bois,
Dos soldadinhos de plástico,
Do meu jipe de exercito, do qual desde o primeiro dia que ganhei, perdi o pneu esquerdo dianteiro.
Quantas petecas inventei (com penas de peru e sabugo de milho).
Quantos campos de futebol limpei,
Quantos dedos machuquei...
Dos campeonatos de jogo de botão.
Dos campeonatos de jogo de botão.
Lembro dos tocas, pula cordas, doidinhos, 31, passe o anel, cai no poço e outras!
Nunca possui carrinho de controle,Mas tinha uma bicicleta Monareta.
Nunca possui um vídeo-game
Mas, possui várias bolas dente de leite.
A coisa que vale mais apena lembrar, não é nada caro, sofisticado é liberdade que tinha, a vida que tive, as coisas que aprendi com ela e com meus amigos.
No sítio, na rua, na escola, cada um, colabora na história de minha infância o quebra-cabeça, que a vida me fez juntar e que até hoje continuo juntando peças para construí-la.
Seja com brinquedos tradicionais como estes, ou sofisticados como os de hoje, o importante é o tempo bom que consumimos na idade de criança, pois quando crescemos as responsabilidades vem, a vida fica complexa e muitas vezes, momentos como esses, de lembranças passadas nos fazem perceber que temos um vida pela frente que deve ser vivida, bem vivida. Não como criança descomprometida, mas com vigor como se cada dia fosse único.
Que nossas lembranças no faça sorrir para enfrentar nosso dia-a-dia mais feliz.
Sim, só não gostava das vezes que minha mãe arrancava meus dentes com linha de costura, naquele momento de uma risadinha roubada por ela.
Mas lembro! kkkkk
Como é bom ser criança!
israelaraujocuite.blogspot.com
sábado, 1 de outubro de 2011
Fotos e Vídeos da Cantoria no Museu do Homem do Curimataú 30/09/2011
A noite desta sexta feira no MHC houve uma cantoria que representou mais uma vez a função de uma ponto de memória com o museu, onde possibilitou o encontro da comunidade com suas tradições. O empresário e cuiteense José Medeirs (Zezé) veio visitar sua terra Natal (Cuité) e proporcionar um momento de Cultura. Juntamente Antônio Martins de Medeiros (Medeirão Poeta) organizaram esse momento do repente e da cultura popular.
Gealdo Brito e Severino Feitosa dupla de renome brasileiro fizeram a alegria e os sentimentos da platéia aflorarem.Veja, abaixo, um vídeo de um mote desta noite:
Museu: casa de cultura e que guarda recordações!
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Injeção Cultural: Museu no meio do povo
Ontem o Museu do Curimataú abriu a "Barraca do Museu" nas festividades da Padroeira Nossa Senhora das Mercês de Cuité: brincadeiras (pescaria, carrapeta) música (difusora), imagens (ontem/hoje, vaquejadas, garçonetes etc), fizeram deste pequeno momento (20:00h. às 23:00h.) um grande espaço de memórias "vivas".
Nesta noite houve, no Largo do Matriz, apresentaram artistas cuiteenses. "A soma de atitudes do Museu, da Igreja, da Prefeitura, das ongs, estão contribuindo para o fortalecimento cultural do município" Diz Israel Araújo.
O projeto Museu no Meio do Povo objetiva de divulgar o Museu do Homem do Curimataú e levar a memória/patrimônio cultural até a comunidade, democratizando e fazendo conhecer o nosso passado.
A barraca está localizada em frente ao vidal de Negreiros. Visite-nos!
Equipe do MHC
www.ufcg.edu.br/~ces/museu
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Projeto museu no meio do povo (Festa da Padroeira de Cuité)
Desde Junho deste ano, iniciou o projeto MUSEU NO MEIO DO POVO, que tem o objetivo de divulgar o Museu do Homem do Curimataú e levar a memória/patrimônio cultural até a comunidade, democratizando e fazendo conhecer o nosso passado. “Ir também aonde o povo está, levar imagens, músicas e artefatos que representaram o cotidiano cuiteense é semear o valor do nosso passado, não como algo morto, ao contrário, vivo e cheio de vigor, capaz de fazer de um simples momento, uma “real” aula de aprendizado e valorização de nosso presente”, diz Israel Araújo, Diretor Pró-Tempore do Museu.
A barraca estará montada no largo da festa da Padroeira nos dias 22, 23 e 24 de setembro a partir das 19:30hs e disponibilizará, cds, cordéis, artesanato, uma difusora, bem como, algumas brincadeiras antigas de parque de diversão.
A barraca estará montada no largo da festa da Padroeira nos dias 22, 23 e 24 de setembro a partir das 19:30hs e disponibilizará, cds, cordéis, artesanato, uma difusora, bem como, algumas brincadeiras antigas de parque de diversão.
Museu do Homem do Curimataú
Conhecer para preservar!
http://150.165.29.47/museu/
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