segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
sábado, 18 de fevereiro de 2012
Fotos 1º dia Bloco Jaraguá
Nosso Estandarte
Esquentando...
Saída
Passeando pelas ruas cuiteenses
Uma bonita tarde de carnaval!!!!
Convidamos todos para os demais dias (domingo, segunda e terça), estaremos esperando por vcê, venha pintado, fantasiado do jeito que quiser, mas traga uma coisa: alegria!
Concentração: 15:00hs. em frente ao Museu
Bloco Jaraguá e orquestra Moca Fonseca, animando o carnaval cuiteense
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Carnaval com o bloco Jaraguá: 4 dias de alegria
Convite
O bloco Jaraguá tem a honra de convidar todos da região para pular o carnaval em Cuité, animado pela orquestra de frevo Moca Fonseca. O bloco pretende resgatar o carnaval de rua com a colaboração de toda comunidade, demonstrando que a chama carnavalesca cuiteense não apagou.
A saída se dará todos os dias de carnaval (18, 19, 20 e 21), com concentração a partir das 15:00hs. em frente ao Museu do Homem do Curimataú e saída prevista para as 16:00hs..
O bloco Jaraguá nasceu depois do encontro do último Sábado no museu, dia 11/02, que fez a comunidade pensar: por que não brincar o carnaval? O grupo de fundação (Demócrito Junior, Flávio Fonseca e Israel Araújo, entre outros) aprovou o nome do bloco e metas para execução da festa carnavalesca.
Ficou acordado que seria distribuido pela cidade cartas de solicitção de apoio para a arrecadação do pagamento para o da orquestrapara, o que está havendo êxito e desde já agradecemos a todos estão apoiando este projeto de resgate.
Informamos, que a intenção não é recriar a festa do carnaval este ano, mas dar os primeiros passos para que em anos futuros esse momento seja repleto de blocos e animação e aí sim, termos de volta nossa festa carnavalesca, que o bloco não é somente para sócios/componentes e sim para todo aquele que puder e quiser brincar o carnaval em 2012.
Informamos, por fim, que o bloco não pertence ao museu, mas da comunidade que quer novamente fazer esse período alegre acontecer, pois como sabemos, somente a comunidade cria e recria seu patrimônio cultural.
Informamos, por fim, que o bloco não pertence ao museu, mas da comunidade que quer novamente fazer esse período alegre acontecer, pois como sabemos, somente a comunidade cria e recria seu patrimônio cultural.
Por isso, vamos (re)viver essa alegria.
http://israelaraujocuite.blogspot.com/
http://israelaraujocuite.blogspot.com/
Bloco Jaraguá (aguardando todos os antigos e novos foliões cuiteenses)
domingo, 12 de fevereiro de 2012
Fotos 1º Sábado no Museu de 2012: Antigos carnavais cuiteenses
11 de Fevereiro: recordando os carnavais, fotos, vídeos, músicas, recordações orais e muita emoção nesse sábado, veja abaixo aguns vestígios da ação dessa 1º versão 2012 do Projeto Sábado no Múseu.
Estandartes e Fantasias Loves Band e Loucos do Rítmo
Papangus do Bone
Agradecemos a todos que ajudaram a (re)contar essa história:
Universidade Federal de Campina Grande
Prefeitura Municipal de Cuité
4ª Região de Ensino
Francineide Sena
Cores e Cheiro
Eliel Soares
Poeta Flávio datas
Demócrito Junior
Orquestra (Louro, Assis, Dorival, Tonheca, Roque, Clécio, Plícnio e Aurélio)
Vanessa Lays
Maria José
Rosana
Flávio - Museu
Cecília - Museu
Nildo - Museu
Bone
Ramilton
Maria Quitéria
Sr. Defa
Prof. Flária
Socorro de João Dósio
Gerete de Zé de Cinda
Hélio Plácido
João (Locutor)
Sobre o(s) "evento(s)" no MHC.
Qual a Função do Museu, fazer eventos? Não, mas motivar, incentivar e acreditar nos talentos pessoais(artistas) e na importância de seus vestígios pelo tempo (patrimônio).
Demontrar essa importância, não quer dizer somente grandes feitos, mas também, preceber seus detalhes, seus prazeres e fazeres, ou seja , tudo o que fundamenta sua identidade.
A cada ação patrimonial (o evento, como costumeiramente se pensa) o museu objetiva fazer a comunidade refletir sobre suas ações, para mais ou para menos, esse é o objetivo do projeto Sábado no museu: inter(agir), valorizar e preservar a história da comunidade e com ele pretende continuar atuando.
Sem a comunidade unida indistintamente (partido, religião, etc.) esse museu não pode caminhar e por isso ele tem o dever de preservar e potencializar o patrimônio, seja ele material ou imaterial, se tornando cada vez mais vivo e dinâmico.
Quam participou dessa ação (recordando os carnavais) percebeu que o museu é tão presente quanto o hoje e a importante quanto o passado. Porquê? Ele nos faz refletir, se conhecer melhor, caminhar mais firme e seguro, pois assim sabemos onde e quando encontrar pontos de referência que nos fortalece e nos alicerça dia-a-dia.
Pensemos sobre isso.
Mais uma vez obrigado a todos que colaboraram.
Israel Araújo
Museu do Homem do Curimataú
Conhecer para preservar
OBS. Atenção professor, agenda sua visita ao MHC, exibiremos para sua turma os vídeos e fotos exibidos nesse sábado. Horáro: 08:00hs. às12:00hs. de segunda a sexta. Aguardamos você!
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Sábado no Museu: antigos carnavais cuiteenses
O Museu do Homem do Curimataú convida todos para o 1º Sábado no Museu de 2012, neste dia 11/02/2012 a partir 19:30hs. e tratará do tema: Antigos Carnavais Cuiteenses. No evento serão expostas fotografias e standartes dos blocos de carnavais tradicionais, bem como, haverá momentos de frevo e marchinhas com charanga ao vivo, depoimentos de componentes dos blocos, etc.
Abaixo convite a todos:
O projeto Sábado no Museu tem o objetivo de interagir, resgatar e incentivar a cultura da região.
Museu do Homem do Curimataú
Conhecer para Preservar
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Datas e representações que (re)constróem identidade. (Cuité 75 anos)
As datas, sejam elas de qualquer natureza, nos fazem repensar muito além do período lembrado. Quem nunca se pegou parado de olhos vidrados e pensando sobre sua nova idade ou sua situação atual a partir de um período posterior a algo acontecido (falecimento de um alguém, um acidente, ganho ou perda de algum emprego, casamento ou separação) após um ou mais anos? Nesses momentos, pensamos como nossa vida mudou, como as transformações foram moldando o que somos hoje.
As experiências e nossas representações acerca desses momentos, são tomados como referência, para a continuação/permanência de nossa mudança, nos fortalecendo a cada lembrança, a cada ano que passa. Nisso, vamos percorrendo nossa vida aprendendo, repensando, revivendo. Conforme Kathryn Woodwaerd: é por meio dos significados produzidos pelas representações que damos sentido à nossa experiência e àquilo que somos (Woodward p. 17), ou seja, a nossa vida, posso ratificar.
Mas no coletivo, nas comemorações, nos momentos de luto? Partilhamos também desses sentimentos reconstrutivos? Claro que sim, e são, também, a partir dessas experiências que se vai construindo a identidade de um lugar, de um espaço de relações compartilhadas. Um momento coletivo que junte a comunidade ou ao contrário que a dispersou, pode fazê-la pensar sobre como se está vivendo em conjunto hoje, não pode?
Podemos considerar com tudo isso, a memória como uma construção cultural a partir das representações e a História, essa disciplina que por muitos não é dada uma utilidade social, nos dá discernimentos como esses, que de forma “livre” nos faz entender e nos submetermos a uma posição crítica sobre os fatos acontecidos, lapidando nossos passos presentes.
Porém, às vezes, quando o fato representativo é utilizado como ponta de lança para negociações articulações identitárias pouco compartilhadas, onde o cimento cultural que se espera dessas situações “pretextos” são pouco compartilhadas, o sentimento identitário se torna pontual e superficial.
O que quero dizer é que neste dia 25 de janeiro, tanto quanto outros dias “chaves” de nossa história cuiteense, possamos pensar sobre nossa coletividade, nossos pontos fortes e fracos enquanto comunidade, que possamos utilizar esses dias não como apelo a antecedentes históricos, para ratificar coisas individuais (arte, poder, dizer), mas para reconstruir laços, repensar o coletivo, relações, vivências construídas e transformadas com o tempo e por meio dele de seus pontos de referências (feriados), podermos aprender um pouco mais e fortalecermos nossa identidade sócio-cultural.
Referências:
LIVRO DO MUNICÍPIO DE CUITÉ. Projeto Gincana Cultural/1983 – descubra a Paraíba. João Pessoa; Mobral, 1983.
SILVA, Tomaz Tade da. Identidade e Diferença: a perpectiva dos Estudos Culturais, 4ª Ed. Petrópolis, RJ: Vozes 2000.
http://israelaraujocuite.blogspot.com/
sábado, 26 de novembro de 2011
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